FAQ's
O que é, qual abrangência e como se faz a leitura dos itens:
1.1 - Criação de Recursos
É o parâmetro dos que são capazes de criar um império
do nada (empresários, empreendedores, estadistas... )
Definido pela mensuração da Competência Empreendedora, da Competência
de Realização e da Inteligência Competitiva.
1.2 - Competência Relacional
É o parâmetro dos que são capazes de interagir satisfatoriamente
com o coletivo. Definido pela mensuração das inteligências Intra
e Inter-pessoal, Inteligência social e Liderança ativa.
1.3 - Competência Estrutural
Parâmetro dos que são capazes de visualizar, desenvolver e implementar
o conjunto de relações entre os elementos de um sistema.
Definido pela Competência de Realização em excelência,
pelo grau de maturidade em relação ao capital, e pela capacidade de
inovação (considerando todo o processo, da criação à
colocação, do bem desenvolvido, no mercado).
1.4 - Administração de Recursos
Parâmetro próprio daqueles que buscam a eficiência dos ativos,
normalmente em contraposição aos criadores de valor.
Definido pela capacidade de compreensão sistêmica organizacional, cognição,
gestão inovadora...
2. O resultado varia com o tempo?
Sim, mas os resultados são muito mais duradouros, pois nosso sistema faz
a leitura da estrutura de realização do avaliado, e não de
seu perfil psicológico; assim, podemos dizer que o resultado só irá
se modificar em função de alguma ruptura considerável do meio,
ou de uma atuação pontual do avaliado.
3. Se uma competência for desenvolvida, isso pode ser verificado?
Sim, desde que o avaliado tenha realmente absorvido a mudança proposta pela
competência desenvolvida.
Nosso sistema não avalia competências simplesmente, avalia o potencial
do avaliado de gerar resultados de alto nível com as competências que
possui.
Se ele “adquire” uma nova competência apenas por imposição
funcional, ou por pressão social, isto não irá repercutir em
sua capacidade de resultados.
Já se um outro avaliado, por percepção própria, ansiar
e desenvolver uma competência, isto certamente será detectado por nosso
sistema.
Apenas como exemplo, para melhor entendimento:
A - se uma pessoa fizer um curso, mas sair sem absorver nada (mesmo que indevidamente
aprovado), ele não irá melhorar seu resultado no sistema, a não
ser na questão relacional, e isto se ele tiver aproveitado a convivência
para se aprimorar como pessoa.
B - agora, supondo o contrário, que a tal pessoa tenha aprendido muito, mas
interagido pouco com os outros, então, provavelmente, o sistema acusará
uma mudança na competência estrutural, mas somente se o aprendizado
for relevante para tal fim.
C – e por fim, se a pessoa adquiriu novos conhecimentos relevantes para seu
processo mental e comportamental, e vivenciou bem as relações com
os outros, então certamente o sistema irá acusar melhoria de performance.
4. O quanto cada nota identifica o potencial?
Esta já é uma questão um pouco mais complexa, pois o sistema
é não linear também nos resultados, o que quer dizer que, quanto
mais alto o valor de um índice, mais agregação de competência
existe naquele índice, de forma ascendente; ou seja, entre 0,3 e 0,4 o esforço
agregador é de apenas 30%, mas entre 0,9 e 1,0 o esforço é
de 100%
5. O que significa 0,4 em inteligência financeira?
Que um banco com bom senso não deveria lhe emprestar dinheiro para fazer
negócio; isto não tem nada a ver com sua honestidade ou responsabilidade,
mas sim com sua maturidade com o capital, ou seja, o quanto você é
capaz de fazer o capital aumentar de valor em suas mãos, investindo-o bem
e controlando suas variações contínuas.
6. A metodologia sugere ações de desenvolvimento nas áreas
pouco pontuadas?
Claro, chega a ser intuitivo, apesar de não definido. Mas observe bem, somos
adeptos de aprimoramento nos fatores nos quais já somos fortes, desde que
os demais se encontrem em média satisfatória.
7. O instrumento foi validado no Brasil?
Sim, e também fora daqui, com validação empírica (sustentáculo
da metodologia científica moderna). Por favor, vá ao site e baixe
a síntese da Teoria que sustenta a metodologia; ela, e o modelo teórico,
estão registrados na Biblioteca Nacional e proporcionam sustentação
de conhecimento, conceitos e prática ao sistema.
8. Quem foi responsável pela construção da metodologia?
Profissional com formação em administração de empresas,
especializações em Ciências do Mercado e Gestão Empresarial
, que além de viajar e pesquisar pelo mundo durante muitos anos, ainda é
um profundo conhecedor do empreendedorismo (sendo um dos especialistas convidados
do GEM já por vários anos) e performance empresarial (fator humano).
Consultor em estratégias e novos negócios na área internacional,
professor de pós-graduação em ciências do mercado, e
diversos cargos institucionais.
9. Onde e para quê o instrumento é / foi utilizado?
A melhor utilização do sistema é na área de gestão,
principalmente para média e alta gerência, diretorias, executivos,
homens de negócio como um todo.
Também pode ser utilizado no nível tático dos setores secundário
(industrial) e terciário, ou mesmo no nível operacional de áreas
como serviços intelectuais, financeiros e tecnológicos, onde se encontram
as pessoas melhores preparadas.
Como o nível de exigência do sistema é relativamente alto, quanto
mais tratamos com pessoas qualificadas, menos possível de resultados de baixíssima
qualidade (próximos do centro do gráfico).
10. Se a Empresa compra a ferramenta, para quem é enviado o resultado?
A empresa decide quem receberá o resultado, se o avaliado, se seu superior
imediato, se o responsável pela área, ou a equipe de gestão
de pessoas.
Preferimos que seja alguém apto a fazer a leitura, pois poderá absorver
toda a riqueza dos resultados; este também poderá fazer a devolutiva,
enriquecendo o processo e tornando-o livre de mal entendidos.
11. E o treinamento para conhecer o sistema?
O treinamento no sistema é simples, pois ele é pronto e bastante intuitivo.
Foi feito para ser de visualização rápida, para agilizar qualquer
tomada de decisão.
Foi pensado, inclusive, como retrato de realização da pessoa, para
definir melhores resultados de equipe. Se ficar exposto, cada um saberá com
quem está tratando e o que esperar do parceiro de equipe.
Quando se absorve seu conhecimento, fica extremamente fácil de saber que
tipo de pessoa se está buscando, ou se a que está à sua frente
o atenderá no objetivo para o qual se estabeleceu a avaliação.
E para aqueles que precisam aprofundar em detalhes, o sistema também permite,
podendo-se conhecer minúcias de seu potencial.
12.Pode-se fazer avaliação de uma empresa inteira? Qual a necessidade
ou vantagem disto?
Avaliar o capital humano de uma corporação é desenhar a força
motriz que a leva adiante e o grau em que isto ocorre; é o mesmo que avaliar
se a empresa é empreendedora, ou se está apenas gerenciando seus recursos,
com baixa produtividade. Ao ser feita uma avaliação como esta, a empresa
tem um mapa das competências existentes e de sua mais correta e produtiva
alocação. Normalmente este estudo é voltado para o corpo gerencial
e para a alta direção da empresa, mas nada impede que todos sejam
avaliados e possam ser melhor posicionados.
13. O que minha empresa ganha em relação ao já existente?
Sua empresa estará avaliando o ativo mais valioso que ela possui, a competência
humana, de forma altamente diferenciada da concorrência, buscando pelos valores
mais excelentes, que são a capacidade de visualizar oportunidades, ter a
iniciativa para não deixar passar tais oportunidades, criar valor sobre esta
ação, implementar um novo projeto ou mesmo todo um novo negócio,
redirecionar o atual negócio para novos posicionamentos ou novos mercados,
tratar o cliente como a fonte dos recursos reais e com o respeito que lhe é
devido... todo um novo paradigma de atuação estará se descortinando,
à medida que se encontram os valores, e se posicionam tais pessoas nas funções
mais adequadas e de maior retorno ao seu perfil.
14. Como empresas de franquia podem utilizar este sistema?
Cada empreendedor tem seu grau de empreendedorismo, baseado em seu modelo mental,
sua vivência, experiências e aprendizado.
Quando um empreendedor cria uma rede de franquias, ele tem de estar atento aos novos
entrantes, para que sejam empreendedores também, fazendo com que o sistema
cresça e tenha vigor, porém, deve se preocupar em avaliar adequadamente
o grau de empreendedorismo destes entrantes, para que não venha a surgir
nenhum conflito na rede.