TEORIA DO POTENCIAL DE REALIZAÇÃO
Resumo
Procurou-se neste trabalho demonstrar a origem e formação do Potencial Realizador, consideradas as características
individuais e a relação com o ambiente. Foram definidas as formas de atuação e as retroativas conseqüências deste
comportamento na sociedade, sua influência na formação de outros potenciais realizadores, a sinergia criada entre
estes, e entre estes e o meio; a maneira como são influenciados pela sociedade e como a ela afetam. A Teoria da
Circunconvecção Dinâmica do Potencial Realizador expõe sobre a impossibilidade de aprendizado, da capacidade de
realização competente, de forma homogênea pela sociedade, ou, de sua replicação, com igual efetividade, entre seus
membros. Baseado em diversas Teorias, desde a da Capacidade de Aprendizado à Teoria de Campo, desenvolveu-se toda
uma argumentação que propicia um novo enfoque aos clássicos. Contradizendo o afirmado por diversos autores,
o potencial realizador nem é de origem genética, com pressuposto de que não possa ser adquirido, nem é fruto
apenas do meio, pressupondo-se assim que possa ser ensinado. A formação do potencial realizador é caracterizada
pelos fatores diretivos internos do indivíduo em relação ao seu meio, sendo ambos interdependentes nesta formação.
O embasamento teórico apresenta a fundamentação, e juntamente com as observações e pesquisas de campo, esclarece a
riqueza e diversidade da teoria proposta. Este conhecimento foi estruturado sobre os Conceitos de Amplitude de
Classe, como a capacidade e a possibilidade de expansão do potencial realizador, a Profundidade de Nível como forma
de atuação e capacidade de excelência, e a freqüência, como o movimento gerado e influenciado pelos conceitos
anteriores e também gerador dos mesmos, retroagindo sobre estes. Apresentou-se o Modelo Teórico desenvolvido com
base nesta Teoria e também o Sistema de Mensuração do Potencial Realizador, em especial, dos empreendedores e afins.
Objetivou-se a ligação do potencial realizador com o empreendedorismo puro e/ ou corporativo, e de sua capacidade
de resultados de alto desempenho, consideradas as principais teorias a respeito, incluindo ainda o Sistema de
Avaliação do Potencial Realizador.
Conclusão
Contradizendo o afirmado por diversos autores, o potencial realizador nem é de origem genética, com pressuposto de que não possa
ser adquirido, nem é fruto apenas do meio, pressupondo-se assim que possa ser ensinado.
Como pôde ser definido durante os mais de dez anos, despendidos no estudo e na compreensão deste conhecimento,
fruto das mais diversas relações, entrevistas e pesquisas, confrontadas com os referenciais teóricos, e com os testes
utilizados pelo sistema de mensuração desenvolvido, a formação do potencial realizador é caracterizada pelos fatores diretivos
internos do indivíduo em relação ao seu meio, sendo ambos interdependentes nesta formação.
A Amplitude de Classe, área de influência do indivíduo com potencial realizador, é proporcional à Profundidade de
seu Nível, consideradas suas características pessoais e seus fatores diretivos internos, e à freqüência de sua
interação com o meio, que tanto o influencia quanto é por ele influenciado.
Tornou-se possível mensurar tais características graças a um inovador e revolucionário método de avaliação, que
compara tal comportamento ao modelo real existente entre os realizadores de diversas etnias, faixa etária, formação
cultural, capital social e nacionalidade, entre outros.
Baseado nas premissas defendidas, pode-se afirmar que o potencial de realização deve ser estimulado e aprimorado, mas que depende do sujeito em todo o tempo, desde sua fecundação, e os resultados de tal esforço serão sempre direta e exponencialmente proporcionais às características individuais, e à sua utilização na leitura e relação com o meio.
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